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Assembleia Diocesana de Pastoral

A Diocese de Parnaíba se prepara para sua 18ª Assembleia Diocesana de Pastoral que será realizado nos dias 30, 31 de outubro e 01 de novembro no Centro Pastoral Sagrada Família, cujo Tema será: ‘’Vinde e vede’’ (Jo 1,38-38) e o Lema: Que Igreja somos e que Igreja queremos/ devemos ser no séculoXXI?

A Diocese convoca todos aqueles que atuam pastoralmente em suas paróquias para se colocar a serviço, com espírito de abertura e disponibilidade para servir. 
Todos os padres que têm ofício na diocese, bem como os movimentos e pastorais, leigos e religiosas estão convidados a participarem desta assembleia. Na qual respirarão intensamente missão!
 Todo o povo de Deus da Diocese de Parnaíba está chamado a assumir seu batismo tornando-se um  missionário de Jesus Cristo.

Texto adapt. site Diocese de Parnaiba

A Diocese de Parnaíba se prepara para sua 18ª Assembleia Diocesana de Pastoral, cujo
Tema será: ‘’Vinde e vede’’ (Jo 1,38-38)
Lema: Que Igreja somos e que Igreja queremos/ devemos ser no séculoXXI?
Queremos convocar todos aqueles que atuam pastoralmente em suas paróquias para se colocar a serviço, com espírito de abertura e disponibilidade para servir. Todos os padres que têm ofício na diocese estão convidados a participar; os movimentos e pastorais, leigos e religiosas, assim esperamos receber no Centro Pastoral Sagrada Família, durante os dias: 30,31 de outubro a 1º de novembro por volta de 200 participantes que durante esses dias serão  convocados a: RESPIRAR MISSÃO! Todo o povo de Deus da Diocese de Parnaíba está chamado a assumir seu batismo tornando-se um  missionário de Jesus Cristo.
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A Diocese de Parnaíba se prepara para sua 18ª Assembleia Diocesana de Pastoral, cujo
Tema será: ‘’Vinde e vede’’ (Jo 1,38-38)
Lema: Que Igreja somos e que Igreja queremos/ devemos ser no séculoXXI?
Queremos convocar todos aqueles que atuam pastoralmente em suas paróquias para se colocar a serviço, com espírito de abertura e disponibilidade para servir. Todos os padres que têm ofício na diocese estão convidados a participar; os movimentos e pastorais, leigos e religiosas, assim esperamos receber no Centro Pastoral Sagrada Família, durante os dias: 30,31 de outubro a 1º de novembro por volta de 200 participantes que durante esses dias serão  convocados a: RESPIRAR MISSÃO! Todo o povo de Deus da Diocese de Parnaíba está chamado a assumir seu batismo tornando-se um  missionário de Jesus Cristo.
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Em Parnaiba: Devotos participam da procissão e missa em honra ao Santo Brasileiro "Frei Galvão"

 A paroquia de Santo Antônio de Sant'Ana Galvão realizou de 15 a 25 de outubro a festividade em honra ao santo Padroeiro "Frei Galvão, o Santo Brasileiro".
A comunidade paroquial, devotos e convidados refletiram durante o novenário o tema central "FREI GALVÃO TUA PARÓQUIA, UMA COMUNIDADE DE COMUNIDADES". Tema proposto com base no documento 100 da CNBB.

 
 A Festa Solene foi realizada no fim da tarde de sábado (25/10) com a procissão pelas ruas próximas à Matriz no conjunto Joaz Sousa - Parnaiba
 Após a procissão foi celebrada a missa de encerramento do festejo, presidida pelo Pároco, Pe. Vicente Gregório.



 A Paróquia de Santo Antônio de Santana Galvão (Paróquia Frei Galvão) foi criada por S. Ex.ª Rev.ma Dom Alfredo Scháffler, bispo diocesano de Parnaíba, à 1º de agosto de 2010, memória litúrgica de Santo Afonso de Ligório. Foi instalada canonicamente em 15 de agosto de 2010, na festa da Assunção de Nossa Senhora. Nessa mesma ocasião tomou posse o 1º pároco, o Rev.mo. Pe. Vicente Gregório de Sousa Filho, transferido da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Parnaíba.
Em 3 de agosto de 2013 a paróquia passou a contar com um vigário cooperador, o Rev.mo. Pe. João Maria Araújo, também transferido da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em Parnaíba.
A Casa e Secretaria Paroquial localizam-se no Conj. Joaz Rabelo de Souza, à Av. Luiz Carlos Mavignier, 347, bairro São Vicente de Paula. CEP: 64217-065, em Parnaíba-PI.
Santo Antônio de Sant'Ana Galvão, OFM, mais conhecido como Frei Galvão (Guaratinguetá, 1739 São Paulo, 23 de dezembro de 1822) foi um frade católico e primeiro santo nascido no Brasil. Foi canonizado pelo papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil (São Paulo) em 11 de maio de 2007.


 Durante o Festejo foi distribuido as pilulas da fé de Frei Galvão.



 HISTÓRIA DAS PÍLULAS DE FREI GALVÃO

Certo dia um moço, que se debatia com fortes dores provocadas por cálculos renais, pediu a Frei pilulas_emmaosGalvão que o abençoasse para ficar livre da dor.
Frei Galvão, lembrando-se do poder de intercessão da Santíssima Virgem, escreveu em um papelzinho o verso do breviário: “Post partum Virgo inviolata permansisti, Dei Gentitrix Intercede pro nobis” e mandou ao moço ingerir o papelzinho feito, em forma de pílulas. O moço o fez, confiando em Nossa Senhora e expeliu os cálculos sem dificuldade.
Caso semelhante se deu: Frei Galvão foi procurado por um senhor, pedindo ajuda para sua mulher que se achava em grave trabalho de parto e com perigo de vida.
Frei Galvão se lembrou do caso do moço curado dos cálculos e deu novamente a este senhor as pílulas de papel com os mesmos dizeres (Depois do parto, ó Virgem, permanecestes inviolável, ó mãe de Deus, intercedei por nós).Depois de ter ingeridos as pílulas, a mulher deu à luz sem dificuldades ou quaisquer problemas.
Esta foi a origem das pílulas.

Devido a procura ser grande por esse papelzinho com a antífona de nossa senhora frei galvão se viu muito ocupado, sem tempo para atender ao povo, foi então que ele confiou o seu trabalho às irmãs, sendo que seria passado de irmã para irmã, como uma tradição familiar, como frei galvão confiou às irmãs esse trabalho, o mesmo deverá continuar somente feito por elas, a missão foi entregue a elas por frei galvão. Tudo tem que ser feito no espírito de oração e dentro do mosteiro para não perder a essencia, a espiritualidade das pílulas.

Desde então, as pílulas tem sido muito procuradas por devotos de Frei Galvão. O Mosteiro da Luz, através das Irmãs Concepcionistas da Ordem da Imaculada Conceição, conforme as orientações de Frei Galvão, confeccionam as pílulas e distribuem gratuitamente para as pessoas que têm confiança na intercessão de Frei Galvão.

As Pílulas de Frei Galvão não são remédio como os da farmácia. São, sim, remédio para a alma e o corpo para todo o fiel cristão que tem fé. Importante, também, interceder pelos médicos que cuidam da saúde dos que buscam a intercessão de Frei Galvão.

Conheça a Campanha da Fraternidade 2015

 Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) 2015 buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.

O texto base utilizado para auxiliar nas atividades da CF 2015 já está disponível nas Edições CNBB. O documento reflete a dimensão da vida em sociedade que se baseia na convivência coletiva, com leis e normas de condutas, organizada por critérios e, principalmente, com entidades que “cuidam do bem-estar daqueles que convivem”.

Na apresentação do texto, o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, explica que a Campanha da Fraternidade 2015 convida a refletir, meditar e rezar a relação entre Igreja e sociedade.

“Será uma oportunidade de retomarmos os ensinamentos do Concílio Vaticano II. Ensinamentos que nos levam a ser uma Igreja atuante, participativa, consoladora, misericordiosa, samaritana. Sabemos que todas as pessoas que formam a sociedade são filhos e filhas de Deus. Por isso, os cristãos trabalham para que as estruturas, as normas, a organização da sociedade estejam a serviço de todos”, comenta dom Leonardo.

Proposta do subsídio

O texto base está organizado em quatro partes. No primeiro capítulo são apresentadas reflexões sobre “Histórico das relações Igreja e Sociedade no Brasil”, “A sociedade brasileira atual e seus desafios”, “O serviço da Igreja à sociedade brasileira” e “Igreja – Sociedade: convergência e divergências”.

Na segunda parte é aprofundada a relação Igreja e Sociedade à luz da palavra de Deus,  à luz do magistério da Igreja e à luz da doutrina social.

Já o terceiro capítulo debate uma visão social a partir do serviço, diálogo e cooperação entre Igreja e sociedade, além de refletir sobre “Dignidade humana, bem comum e justiça social” e “O serviço da Igreja à sociedade”. Nesta parte, o texto aponta  sugestões pastorais para a vivência da Campanha da Fraternidade nas dioceses, paróquias e comunidades.

O último capítulo do texto base apresenta os resultados da CF 2014, os projetos atendidos por região, prestação de contas do Fundo Nacional de Solidariedade de 2013 (FNS) e as contribuições enviadas pelas dioceses, além de histórico das últimas Campanhas e temas discutidos nos anos anteriores.

Adquira o texto base da CF 2015: www.edicoescnbb.com.br

Fonte: CNBB 

"Festa do Cristo Rei" de 14 a 23 de novembro

A comunidade Cristo Rei celebrará de 14 a 23 de novembro a Festa do "Cristo Rei do Universo", com o tema "Ide Fazei Discípulos entre Todos os Povos", encerrando o calendário litúrgico da igreja católica.
Durante os nove dias oração do santo terço às 18h, em seguida celebração eucarística, fechando com a confraternização social na praça Cristo Rei.

 História da Solenidade de Cristo Rei

Sabe-se que a Igreja encerra seu Ano Litúrgico com a Solenidade Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. No entanto, poucos se dão conta de que se trata de uma festa relativamente recente, pois só foi instituída em 1925, portanto há menos de cem anos.

Mas o que levou o papa Pio XI a dedicar a primeiríssima encíclica de seu pontificado à criação de uma festa de Cristo Rei? (cf. carta encíclica Quas primas, 11/12/1925).

No início do século XX, o mundo, que ainda estava se recuperando da Primeira Guerra Mundial, fora varrido por uma onda de secularismo e de ódio à Igreja, como nunca visto na história do Ocidente. O fascismo na Itália, o nazismo na Alemanha, o comunismo na Rússia, a revolução maçônica no México, anti-clericalismos e governos ditatoriais grassavam por toda parte.

É neste contexto que, sem medo de ser literalmente “politicamente incorreto”, o papa Pio XI institui uma festa litúrgica para celebrar uma verdade de nossa fé: mesmo em meio a ditaduras e perseguições à Igreja, Nosso Senhor Jesus Cristo continua a reinar, soberano, sobre toda a história da humanidade.

Recordar que Jesus é Rei do Universo foi um gesto de coragem do Santo Padre. Com as revoluções que se seguiram ao fim do primeiro conflito mundial, em 1917, o título de Cristo Rei tornara-se um tanto impopular. Se o Papa tivesse exaltado Jesus como profeta, mestre, curador de enfermos, servo humilde, vá lá! Qualquer outro título teria sido mais aceitável. Mas Cristo Rei?!…

Mesmo assim, nadando contra a correnteza e se opondo ao secularismo ateu e anti-clerical, o Vigário de Cristo na terra instituiu esta solenidade para nos recordar que todas as coisas culminam na plenitude do Cristo Senhor: “Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim de todas as coisas” (Ap 1, 8). É necessário reavivar a fé na restauração e na reparação universal realizadas em Cristo Jesus, Senhor da vida e da história.

Com esta solenidade o Papa Pio XI esperava algumas mudanças no cenário mundial:
Que as nações reconhecessem que a Igreja dever estar livre do poder do Estado (Quas primas, 32).
Que os líderes das nações reconhecessem o devido respeito e obediência a Nosso Senhor Jesus Cristo (Quas primas, 31).
Que os fieis, com a celebração litúrgica e espiritual desta solenidade, retomassem coragem e força e renovassem sua submissão a Nosso Senhor, fazendo com que ele reine em seus corações, suas mentes, suas vontades e seus corpos (Quas primas, 33).

Encerrar o Ano Litúrgico com a Solenidade de Cristo Rei é consagrar a Nosso Senhor o mundo inteiro, toda a nossa história e toda nossa vida. É entregar à sua infinita misericórdia um mundo onde reina o pecado.

Pilatos pergunta a Jesus se ele é rei. Nosso Salvador responde que seu Reino não é deste mundo. Ou seja, não é deste mundo “inventado” pelo homem e pelo pecado: o mundo da injustiça, da escravidão, da violência, do ódio, da morte e da dor. Ele é rei do Reino de seu Pai e, como rei-pastor, desde o alto da cruz, guia a sua Igreja em meio às tribulações.

Sabemos que o Reinado de Cristo não se realizará por um triunfo histórico da Igreja. É isto que nos recorda o Catecismo da Igreja Católica em seu número 677. Mesmo assim, no final, haverá sem dúvida uma vitória de Deus sobre o mal. Só que esta vitória acontecerá como acontecem todas as vitórias de Deus: através da morte e da ressurreição. A Igreja só entrará na glória do Reino se passar por uma derradeira Páscoa. A Esposa deve seguir o caminho do Esposo.

É assim que, nesta festa, o manto vermelho de Cristo assinala a realeza de Nosso Senhor, mas também nos recorda o sangue de tantos mártires Cristãos de nossa história recente. Foram fieis católicos que, ouvindo os apelos do Sucessor de Pedro, não tiveram medo de entregar suas próprias vidas e de morrer aos brados de “viva Cristo Rei!”

Dia 05 de novembro começa o festejo de São Benedito

Convidamos nossos irmãos e irmãs para participar do novenário em honra ao nosso Santo Padroeiro São Benedito, com o tema "São Benedito e a alegria de anunciar o evangelho". A festa acontece de 05 a 15 de novembro. Durante a novena  reza do santo terço celebração eucaristia e confraternização social. 
A comunidade neste ano trabalha em prol da construção  da torre da igreja e pede a colaboração de todos para a conclusão da obra da casa de Deus.

 Realização Comunidade São Benedito 
Paróquia São Sebastião



A docililidade ao Espirito Santo

“Tais almas não guardam nenhum recolhimento”. Influenciados pelo pentecostalismo e por um sentimentalismo modernista, muitas pessoas pensam que serão dóceis ao Espírito se sentirem muitas coisas ou se fizerem muito barulho durante a oração. O conselho de Jesus para bem rezarmos é muito diferente disso. Ele diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido” [2]. Devemos ter em nosso coração uma cela, uma câmara secreta, na qual possamos entrar e nos deter diante de Jesus. Quando exercitamos isso, somos capazes de fazer silêncio interior até mesmo no meio das agitações do dia a dia.

Na sequência de sua obra, o padre Garrigou-Lagrange explica como podemos fazer para ouvir a voz do Espírito Santo:

    “Para ser dóceis ao Espírito Santo, é preciso primeiro ouvir sua voz. E para ouvi-la é necessário o recolhimento, o desprendimento de si próprio, a guarda do coração, a mortificação da vontade e do juízo próprio. É coisa segura que se não guardamos silêncio em nossa alma, e as vozes das afeições humanas a perturbam, não hão de chegar-nos as vozes do Mestre interior. Por isso o Senhor submete às vezes nossa sensibilidade a tão duras provas e de certo modo a crucifica: é com o fim de que acabe por submeter-se totalmente à vontade animada pela caridade.” [3]

Diante da aridez espiritual, da “noite escura dos sentidos”, muitas pessoas ficam apavoradas, pensando que está acontecendo algo de errado. Mas, não está. Trata-se de Deus “crucificando” nossa sensibilidade, a fim de tornar-nos pessoas melhores. Como diz Nosso Senhor no Evangelho, “se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto” [4].

Em seguida, são elencados alguns atos concretos para aumentar em nós a docilidade ao Espírito:

    “1.º Submetendo-nos plenamente à vontade de Deus que conhecemos já pelos preceitos e conselhos conforme a nossa vocação. Façamos bom uso das coisas que já conhecemos, que o Senhor nos irá fazendo conhecer outras novas.” [5]

Se queremos saber qual a nossa vocação, para onde devemos ir, qual o nosso futuro com Deus, a primeira coisa a fazer é sermos fiel àquilo que já conhecemos. À medida que isso acontecer, “o Senhor nos irá fazer conhecer outras [coisas] novas”.

É importante destacar que esta aula não fala dos chamados “dons carismáticos”. Existe uma diferença entre estes e os dons do Espírito Santo: os primeiros são dados para a utilidade comum; os últimos, para a santificação pessoal. Urge, então, seguirmos firme primeiro nas coisas óbvias. Caso contrário, como será possível progredirmos nos dons? Quantas comunidades e grupos de oração incentivam os dons carismáticos, mas não incentivam a santidade pessoal?

    “2.º Renovando com frequência a resolução de seguir em tudo a vontade de Deus. Este propósito faz chover novas graças sobre nossa alma. Repitamos frequentemente as palavras de Jesus: ‘O meu alimento é fazer a vontade daquele que me enviou’ (Jo 4, 34).”

    “3.º Pedindo sem cessar ao Divino Espírito luz e forças para cumprir a vontade de Deus. Também é muito conveniente consagrar-se ao Espírito Santo, quando se sente inclinado a Ele, a fim de pôr nossa alma debaixo de sua guia e direção. Para isso vamos dizer-lhe esta oração: ‘Ó Santo Espírito, Espírito divino de luz e amor, eu vos consagro minha Inteligência, minha vontade, meu coração e todo o meu ser, seja no tempo, seja na eternidade. Que minha inteligência seja sempre dócil às vossas celestiais inspirações e aos ensinamentos da santa Igreja católica da qual sois guia infalível; que o meu coração viva sempre inflamado com o amor de Deus e do próximo; que minha vontade esteja sempre conformada à vontade divina e que toda a minha vida seja fiel imitação da vida e das virtudes de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, ao qual, com o Pai e convosco, ó divino Espírito, sejam dadas honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém.’” [6]

Quem é consagrado à Virgem Santíssima também pode fazer essa consagração. “O cristão que se consagrou a Maria medianeira, por exemplo segundo a fórmula do Beato Grignion de Montfort, e logo ao Sagrado Coração, encontrará tesouros indubitáveis na consagração ao Espírito Santo. Toda a influência de Maria nos conduz à maior intimidade com Cristo, e a humanidade do Salvador nos leva ao Espírito Santo, que nos introduz no mistério da adorável Trindade” [7].

Por fim, é importante destacar as formas de receber indulgências nesta festa de Pentecostes. A quem, em condições habituais – i. e., em estado de graça, tendo recebido a Comunhão e rezado nas intenções do Santo Padre –, recitar devotamente o hino Veni Creátor, é concedida indulgência parcial. Mas, nos dias 1º de Janeiro e na Solenidade de Pentecostes, é concedida indulgência plenária a quem recitá-lo publicamente. Vale lembrar que para receber as indulgências da Igreja, é preciso desapegar-se todo pecado, mesmo que venial. Eis uma grande ocasião para cortamos de vez esses pecados que tanto impedem a manifestação dos dons do Espírito Santo em nossas vidas.

Fonte: site Padre Paulo Ricardo

Sabemos ouvir o barulho de Jesus quando bate à porta?

Durante sua homilia na Santa Marta, Francisco adverte os cristãos que se comportam como pagãos e acabam perdendo sua identidade

"Sem Cristo não temos identidade". Nestes termos, o Papa Francisco se expressou durante a homilia desta manhã na capela da Casa Santa Marta, refletindo sobre as leituras de hoje (Ef 2,12-22, Lc 12,35-38).

Conforme relatado no Evangelho de hoje, Jesus se compara com ao patrão da casa que volta tarde e elogia os servos fiéis que o esperavam vigiando com lâmpadas acesas. Depois, Jesus se faz servo de seus servidores e lhes serve o almoço na mesa.

O primeiro serviço que Ele faz aos seus discípulos é o dom da identidade cristã: São Paulo recorda aos Efésios que "sem Cristo", eles seriam "excluídos da cidadania de Israel."

 Jesus nos dá "cidadania, pertença a um povo, nome e sobrenome" e põe fim a toda inimizade entre nós. "Todos nós sabemos que quando não estamos em paz com as pessoas, eleva-se um muro - disse o Papa -. Um muro que nos divide, mas Jesus nos oferece seu serviço para quebrar este muro, para que nos encontremos. “Reconciliou-nos com Deus: de inimigos a amigos; de estranhos a filhos."

A condição para assumir essa "identidade" de servos, é de espera: "Quem não espera Jesus - disse o Pontífice - fecha a porta a Ele, não deixa que Ele faça essa obra de paz, de comunidade, de cidadania, e mais: de nome. Ele nos dá um nome. Nos faz filhos de Deus."

O cristão vive "da esperança cristã" e "sabe que o Senhor virá" e não nos encontrará "isolados" ou "inimigos", mas "amigos próximos, em paz."

Cada um de nós deve se perguntar: "Como espero Jesus?". E antes disso: "espero ou não espero?". O cristão deve ter o "coração aberto, para ouvir o barulho", quando Jesus "bate à porta, quando abre a porta"; sabe esperar por Ele.

O oposto é representado pelo "pagão", que "esquece de Jesus, pensa em si mesmo, nas suas coisas, não espera Jesus", faz “como se fosse um deus": eu me viro sozinho. Seu destino é acabar "sem nome, sem proximidade, sem cidadania", concluiu o Santo Padre recordando que, "muitas vezes nós cristãos nos comportamos como pagãos."

Propostas de comunhão aos divorciados em nova união e de aceitação do homossexualismo foram rejeitadas na votação do Sínodo

O Sínodo Extraordinário dos Bispos divulgou neste sábado o documento final que contém as conclusões dos debates dos padres sinodais no Vaticano. No texto, os prelados agradecem a fidelidade das famílias do mundo que são “a escola da humanidade” a qual a Igreja alenta e acompanha. Diferente do primeiro texto que causou controvérsia por uma má tradução, este documento permite uma visão mais clara e ampla do que os prelados analisaram durante estas duas semanas.

O relatório final do Sínodo foi votado parágrafo a parágrafo pelos bispos, e, por decisão do Papa, o resultado de cada votação foi publicado, proporcionando assim um olhar ao pensamento dos Padres Sinodais.

Embora todos os números tenham obtido a maioria dos votos, nem todos alcançaram a “maioria qualificada” de dois terços, que, de acordo às normas do Sínodo, são necessárias para afirmar que o Sínodo aprovou oficialmente um parágrafo.

Sendo os Padres Sinodais votantes 181 (de 193), a maioria é 93, enquanto que a maioria qualificada se alcança com 123 votos.

Na conferência de imprensa, o Pe. Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, destacou que “este Sínodo foi apenas um passo em vista ao próximo Sínodo da Família” e, por esta razão, “os parágrafos que não conseguiram a assim chamada ‘maioria qualificada’ não podem ser considerados como desprezados, mas principalmente como parágrafos que não são o suficientemente maduros para obter um amplo consenso da assembleia”.

Um olhar geral ao relatório final

O relatório final está dividido em três partes, cujos títulos são “A escuta: O contexto e os desafios na família”; “O olhar de Cristo: O evangelho da família”; “A aplicação: Perspectivas pastorais”.

Os 62 parágrafos do documento citam muitas vezes o Evangelho e as Sagradas Escrituras, que era o que faltava na “Relatio post disceptationem”, de acordo às críticas nos círculos menores.

Outro resultado das sugestões dos círculos menores é a constante referência aos testemunhos positivos que o modo de vida e as famílias cristãs podem dar à sociedade atual.

A forte postura contra organizações internacionais que condicionam as ajudas financeiras para a introdução de leis a favor do “matrimônio” homossexual foi esclarecida e destacada em um parágrafo específico, enquanto que, no relatório intermediário, estava em um parágrafo amplo.

À primeira vista, todas as preocupações expressas pelos círculos menores foram levadas em consideração.

O Pe. Federico Lombardi indicou que “houve 470 propostas de modificação” ao relatório intermediário, por parte dos círculos menores.

Os divorciados em nova união. Consideração pastoral, mas alguns pontos por esclarecer

Devido a que os parágrafos referentes aos divorciados em nova união e os homossexuais foram os mais controversos e impugnados do relatório intermediário, os parágrafos sobre esses temas, no relatório final, foram ligeiramente modificados, embora ainda assim não tenham conseguido um amplo consenso.

No que se refere aos divorciados em nova união, quase todos os Padres Sinodais estiveram de acordo em que “a pastoral da caridade e misericórdia tende à recuperação das pessoas e da relação” e que cada família deve ser escutada com respeito e amor.

O consenso é ligeiramente menor quando o documento assinala que “os Padres Sinodais recomendam novos caminhos pastorais, que podem começar pela realidade efetiva da fragilidade das famílias, sendo conscientes de que estas fragilidades são suportadas com sofrimento e não escolhidas com completa liberdade”.

Houve ainda menos consenso quando o relatório final falou sobre acelerar os procedimentos para a declaração de nulidade de matrimônios. Enquanto que teve um muito amplo consenso o parágrafo que assinala que “as pessoas divorciadas, mas não em nova união, que frequentemente dão testemunho de fidelidade matrimonial, devem ser alentadas a encontrar na Eucaristia o alimento que pode sustentá-los em sua condição”.

O relatório, entretanto, assinala que “um discernimento peculiar” deve ser colocado em ação para o acompanhamento pastoral dos separados, divorciados, abandonados; enfocando-se sobre a situação peculiar daqueles que devem romper a convivência por que são vítimas de violência; e destaca que os divorciados em nova união não devem se sentir “discriminados”, e que sua participação na vida da comunidade “deve ser promovida”, já que “cuidar deles não é para a comunidade cristã uma debilitação na fé e no testemunho da indissolubilidade do matrimônio”.

O parágrafo sobre o acesso à comunhão para os divorciados em nova união não alcançou o consenso dos dois terços dos Padres Sinodais, embora tenha conseguido a maioria dos votos.

O parágrafo que descreve as duas linhas do Sínodo sobre o acesso à Comunhão para os divorciados em nova união –um para a atual disciplina para o acesso aos Sacramentos para os divorciados em nova união; o outro para uma abertura, segundo determinadas condições- obteve 104 “sim” e 74 “não”.

O relatório pressiona por um “estudo mais profundo” das diferenças entre a Comunhão espiritual e sacramental, deixando assim o tema suspenso. O parágrafo obteve 112 sim e 64 não.

Também um parágrafo em relação aos casais homossexuais não obteve a maioria qualificada necessária.

O parágrafo 55 descreve a situação sobre as famílias com filhos homossexuais, e perguntou qual cuidado pastoral deve ser feito, citando também um documento da Congregação para a Doutrina da Fé sobre o projeto de reconhecimento legal das uniões homossexuais. O parágrafo foi, entretanto, considerado vago, e obteve apenas 118 sim e 62 não.

No que todos os Padres Sinodais estão de acordo: necessita-se mais educação

Há entretanto um só parágrafo que obteve o consenso por unanimidade dos Padres Sinodais, e é o parágrafo 2.

Neste, destaca-se que “apesar dos muitos sinais de crise da instituição da família nos contextos diversos da ‘aldeia global’, o desejo de uma família ainda está vivo, especialmente entre os jovens, e motiva a Igreja, perita em humanidade e fiel a sua missão, a anunciar incansavelmente e com profunda convicção, o Evangelho da Família”.

O relatório final tem uma visão bastante parecida a do relatório intermediário sobre a situação da família, mas também fixou o olhar nos testemunhos positivos de famílias, e também menciona os avós.

O relatório final também faz referência à importância da vida afetiva.

“O perigo individual e o risco de viver de forma egoísta são relevantes. O desafio da Igreja é ajudar os casais no amadurecimento de sua dimensão espiritual, e no desenvolvimento afetivo, através da promoção do diálogo, da virtude e da confiança no amor misericordioso de Deus”, lê-se no relatório final.

Em geral, os parágrafos baseados nas Sagradas Escrituras e que têm passagens de documentos do magistério tiveram amplo consenso entre os Padres.

O relatório final também enfatiza a necessidade de uma recepção positiva da “Humanae Vitae”, a encíclica de Paulo VI sobre o controle da natalidade, que ressaltou muitos aspectos positivos da vida familiar, e reafirmou a doutrina da Igreja.

A educação sempre foi um desafio prioritário, e foi destacada desde a publicação do documento de trabalho do Sínodo, e esta é a razão pela qual os dois últimos parágrafos das declarações finais se enfocam no tema.

O “desafio educativo” é um dos “desafios fundamentais das famílias”, e a Igreja “apoia as famílias, começando na iniciação cristã, através de comunidades de acolhida”.

“Hoje mais que antes, requer-se que a Igreja apoie os pais em seu compromisso educativo, acompanhando as crianças, adolescentes e jovens em seu crescimento, através de caminhos personalizados capazes de introduzi-los ao completo sentido da vida, e inspirando opções e responsabilidade, vividas à luz do Evangelho”, diz o relatório final.

Rumo a 2015

O relatório final mantém alguns pontos críticos do relatório intermediário, mas valoriza mais a experiência das famílias cristãs, e coloca em ação muitas mudanças acolhedoras.

Ainda assim, não pode ser considerado um documento definitivo. O Relatório final funcionará como “documento de trabalho” para o Sínodo dos Bispos de 2015, que é considerado a segunda parte de um único caminho sinodal sobre a família.

Só depois disso, o Papa emitirá a exortação post-sinodal, que iluminará sobre como a Igreja está chamada a enfrentar os desafios sobre a família hoje.

Fonte: biblia Católica on line

Adriana Arydes na Festa do Jubileu dos 200 anos da Matriz São Gonçalo

 A cidade de Batalha receberá no dia 14 de dezembro a cantora católica Adriana Arydes para celebrar e comemorar a festa do jubileu dos 200 anos da igreja Matriz de São Gonçalo.(Diocese de Parnaiba).
A festa terá inicio às 18h com a celebração da santa missa e em seguida show católico na praça da Matriz às 20:30h, com a participação das Bandas Católicas Karyon e Lummus.


Matriz de São Gonçalo - Batalha (PI)
História da Igreja de São Gonçalo de Batalha Ainda no século XVIII, já se ouvia falar das terras e da gente de São Gonçalo. Dessa devoção ao santo português, adveio a Vila de Batalha. Em torno de 1777, começou-se a construção da igreja da Vila de Batalha que somente foi concluída em 1814. Inicialmente ligada à Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, de Piracuruca, para depois se desmembrar daquela a fim de se constituir na Paróquia de São Gonçalo, uma das mais antigas do Estado do Piauí. Um dos primeiros párocos da Vila de Batalha foi o Padre Joaquim Guimarães. Esse abençoado padre fez um louvado trabalho de evangelização que ia da catequese à alfabetização das crianças da Paróquia. A Padre Guimarães, devemos a devoção à Nossa Senhora de Lourdes, elevada à categoria de Co-Padroeira da Paróquia, em 1878, passados apenas vinte anos da aparição de Nossa Senhora à vidente Bernardete, em Lourdes, na França. A esse pároco, devemos também a vinda da imagem da Virgem de Lourdes, que é venerada numa gruta, no interior de nossa Igreja. No final do século XIX e início do século XX, outro fato marca a vida da Igreja Católica de Batalha, qual seja: a fundação do Apostolado da Oração por um grupo de senhoras, liderado por aquela que foi sua primeira presidente, a saber: Dona Maria Madalena de Castro Machado. Ela esteve à frente do Apostolado da Oração até 1924, quando contou com o apoio de nomes como Sinhá Lages e Dona Mira (Artemísia Lages), na fase de implantação dessa confraria. Em sua história de mais de cem anos junto à Paróquia de São Gonçalo, o Apostolado da Oração congregou muitos nomes que fizeram a história feliz dessa Instituição. Dentre seus zeladores e zeladoras, podemos lembrar personalidades memoráveis como Dona Maroquinha Melo (Maria da Paixão Melo), que presidiu o Apostolado por mais de quarenta anos. Dona Maroquinha sucedeu à Dona Mira na presidência do Apostolado e afastou-se dela em 1985. Eleita uma nova diretoria, assumiu a direção a Sra. Iolete de Sampaio Machado Melo, que festeja agora suas bodas de prata à frente da organização. Nas fileiras do Apostolado da Oração, estiveram muitos leigos engajados, tais como: Dedila Melo (exerceu a vice-presidência do Apostolado na época de Dona Maroquinha), Carlota Dutra, Isaura Castro, Beatriz Castro, José Odílio, Vinoquinha (Etelvina Castro), Sr. Sena (Antônio Fortes Fontinele), Maria dos Ramos, Maria Cândida e suas filhas Pulquéria Lima, Francisca Mesquita e Filó Linhares, Rosa Ribeiro Machado, Genuína Lopes, Maria do Vale, Loura dos Santos, Zeferina Maciel, Didi Machado, Teresinha Torres, Maria dos Santos, Isabel Emília da Conceição e tantos outros. Na década de 1940, foi fundada a Congregação de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, sob inspiração de Ângela Torres, mais conhecida como Donângela. Na presidência, estava Adélia Machado, chamada de Deloca. Na tesouraria, Mariazinha Castro. Em 1951, com o falecimento precoce de Donângela, a Congregação, sem apoio do pároco, se desfez. Em 1950, mestre Manuel Fabiano compôs o hino do Apostolado da Oração de Batalha, cuja melodia ainda hoje é cantada pelos zeladores e zeladoras do Coração de Jesus. Na primeira metade do século XX, a Paróquia de São Gonçalo teve sacerdotes inesquecíveis, quais sejam: padres Rolim, Alencar, Sabino e Vieira. Na segunda metade do século XX, com a fundação da Paróquia de Nossa Senhora da Boa Esperança, em Esperantina, a Paróquia de São Gonçalo ficou por trinta anos sem pároco. Mesmo assim o ardor missionário de nossa Igreja não se apagou, pois leigos engajados na vida da Igreja se encarregaram de realizar todas as atividades de costume como os novenários aos santos (São José, Santa Teresinha, Nossa Senhora da Conceição) e os festejos de São Gonçalo e Nossa Senhora de Lourdes. Para suprir a ausência de um pároco, foi escolhido o Sr. Clóvis Melo como procurador da Paróquia. Sr. Clóvis sempre providenciou a vinda de freis de Tianguá para os momentos fortes de nossa fé como os festejos do Padroeiro, Semana Santa e desobrigas, pois assim eram conhecidas as Santas Missões Populares. Nesse tempo, os leilões eram feitos em frente à Igreja. Lá se construía um chiqueiro para pôr os animais ofertados ao Padroeiro. Ao chiqueiro, só tinham acesso as autoridades, a saber: o padre, Sr. Clóvis Melo, Fernando Castro, mais conhecido como Sr. Deco. Quando Padre Sabino estava à frente da Paróquia, o maestro Manuel Fabiano compôs o hino de São Gonçalo, que ainda hoje se canta durante o festejo do Santo Padroeiro. Para gritar o leilão, havia pessoas memoráveis como Domingos Cesário e Badão. Foram sacristãos, homens zelosos da estirpe de um Zumba do Vale, um João Lobo e um José Conrado. Na década de 1960, sob o auspício do primeiro bispo diocesano de Parnaíba Dom Paulo de Sousa Libório, procedeu-se a uma polêmica reforma da Igreja, visto que resultou na demolição da nave central do templo, altar-mor, altares dedicados aos santos, portas seculares de cedro para transformar um dos exemplares mais esplêndidos do barroco brasileiro no Piauí num galpão como vemos hoje. Padre Mário Meneses respondia pela Paróquia na ocasião. Em seguida, veio o Padre Bossuet, que demoliu a velha casa paroquial e construiu a atual residência do pároco batalhense. Em 1978, chegou à nossa Paróquia Padre Lotário Weber, que, como filho da Alemanha, possuía um espírito empreendedor. Padre Lotário trouxe as Irmãs Filhas de Santana, fundou a Comunidade Kolping e construiu a Vila Kolping. Após a saída do Padre Lotário, em 1982, mais uma vez a Paróquia de São Gonçalo ficou sem pároco e era assistida pelo sacerdote de Esperantina Padre Ladislau. Essa situação estendeu-se até 1988, quando chegou à Paróquia Padre Marlos. Em 1991, Padre Francisco Pinto. Em 1995, temos novamente um pároco alemão Padre Wolfgang Hermann. Tal um bom alemão, era também um padre dinâmico. Ele construiu o Centro Pastoral Irmã Nilva e iniciou a informatização dos documentos guardados na secretaria paroquial. Em 2000, com a saída do Padre Wolfgang, foram párocos de Batalha os padres Evanilson, Clodomiro e Bernardo. Desde 2009, responde pela Paróquia o Padre Evandro. Fica difícil reduzir a tão poucas linhas quase três séculos da presença da Igreja Católica entre nós. No entanto, reconhecidas as prováveis e inevitáveis lacunas nesta retrospectiva da Igreja de Cristo junto ao bom povo de Batalha, deixamos aqui o registro, embora parcial, da caminhada do povo de Deus nas terras abençoadas de São Gonçalo. 

Crônica de Francisco José Sampaio Melo 
Fonte: Página de Batalha

Diocese de Campo Maior: Jovens celebraram DNJ em José de Freitas

 Multidão de jovens reuniram-se no último domingo, dia 12 de outubro em José de Freitas, que juntos celebraram o Dia Nacional da Juventude (DNJ). O evento que proporcionou momentos de alegria, louvor, oração e espiritualidade.

Aproximadamente hum mil jovens estiveram presentes durante todo o evento. O tema refletido durante todo o dia foi: “O jovem na construção da civilização do amor”, dentro dessa temática foram abordados conferencias e Catequeses que mostraram a importância dos jovens, seus valores e princípios. Houve também apresentações teatrais que foram preparadas por vários grupos de jovens da diocese onde retrataram as situações em que se encontram a juventude hoje.
Na parte da tarde os jovens foram dirigidos para as Catequeses, onde refletiram os temas: Fatores que influenciam a realidade juvenil; O encontro com Cristo; Discipulado a partir da pedagogia do Mestre; Missão – Enviados a proclamar a vida com a vida; Opções pedagógicas – Formação integral, grupos de jovens, acompanhamento.

A Celebração Eucarística foi presidida pelo Bispo Diocesano Dom Eduardo Zielski que, durante sua reflexão, enfatizou a unidade das expressões juvenis em torno da única Igreja de Cristo. O mais importante não é pertencer ao grupo “A” ou “B”, mas pertencer a juventude da Igreja.


fonte: Pascom Diocese de Campo Maior

Colabore na construção da torre da igreja São Benedito

A comunidade São Benedito (Paróquia São Sebastião), contam com todos os irmãos, devotos e benfeitores com a colaboração na construção da torre da igreja São Benedito que fica localizado na rua Madeira Brandão, 1263 - Bairro São Benedito.
Para maiores informações de como colaborar basta ligar para: (86) 9421-3228 / 9943-5801 / 9421-2723 / 9944-2372.
"Aquele que doar até mesmo um copo d'água para a igreja, será recompensado no céu" Mc 9,41

SANTO DIONISIO - O homem que perdeu a cabeça por amor a Jesus

 São Dionísio de Paris, depois de ter sua cabeça decepada, caminhou ainda seis quilômetros com ela nas mãos, pregando o Evangelho

Dos muitos mártires que a fé em Cristo já gerou ao longo dos séculos, em todos os cantos da terra, a Igreja celebra, hoje, a memória de São Dinis de Paris, bispo e padroeiro da França.

São Dinis – que também se pode chamar de “Dionísio” – foi morto em meados do século III, durante o curto reinado do imperador romano Décio. Os dois anos em que ficou à frente do Império foram suficientes para que sua crueldade fosse comparada à do terrível Nero. Em pouco tempo, ele fez incontáveis vítimas no meio do clero e entre os próprios fiéis, elevando à honra dos altares nomes como Santa Ágata, São Saturnino e o próprio Papa Fabiano.

Como morreu São Dinis? Durante o seu pontificado, São Fabiano enviou à então província da Gália sete missionários cristãos, dentre eles Saturnino, mandado a Toulouse, e o próprio Dinis, que se fixou na Lutécia, onde atualmente fica a cidade de Paris. A eloquência de Dionísio logo colocou em polvorosa os sacerdotes pagãos do local, que ficaram alarmados pelas várias conversões que ele, por obra de Deus, conseguia. Um edito do imperador Décio, exigindo que todos prestassem o culto a César, tornou fácil a captura de Dinis, que se destacava por sua coragem e fidelidade. Um dia, levaram-no ao alto de um monte e cortaram a sua cabeça e as de seus fiéis companheiros, Rústico e Eleutério.

O mais incrível é que, segundo a tradição, o bispo Dionísio ainda saiu do Montmartre – “monte do mártir”, como ficou conhecido o lugar – e caminhou seis quilômetros, carregando a sua cabeça e pregando um sermão sobre o arrependimento, até chegar ao lugar onde foi enterrado. A iconografia cristã geralmente o retrata segurando a sua cabeça, ainda com a mitra. Hoje, o “apóstolo da Gália” é invocado pelo povo cristão contra dores de cabeça e possessões demoníacas, além de ser homenageado como um dos primeiros pais da França.

O seu impressionante testemunho ilustra como nem depois de mortos os santos se calam. Se, nesta terra, com a sua pregação e vida, Dionísio glorificou sumamente a Deus, chegando ao heroísmo do martírio, após a sua morte, ele mesmo encorajou muitos outros homens a darem a vida por Cristo, cumprindo a profecia de Tertuliano, para quem o sangue dos mártires era semente de novos cristãos.

É importante lembrar que as ofertas dos perseguidores para que os cristãos “livrassem a sua pele” eram coisas aparentemente simples. Daniel-Rops conta que os suspeitos de seguirem a Cristo eram “conduzidos ao templo e convidados a sacrificar aos deuses ou, pelo menos, a queimar incenso na frente do altar”. Depois, caso persistisse “a acusação de cristianismo, o acusado era convidado a pronunciar uma fórmula blasfema, na qual renegava Cristo”. Por fim, celebrava-se uma refeição, “uma espécie de comunhão pagã, em que os suspeitos deviam comer carne das vítimas imoladas e beber vinho consagrado aos ídolos” [1]. Se fizessem qualquer uma dessas coisas, os cristãos se safavam e não eram mortos.

Diante de uma perseguição como a impetrada por Décio, pode-se imaginar como era grande a tentação de jogar um pouquinho de incenso diante dos ídolos... Afinal, um punhado de incenso, que mal poderia haver? Mas, os santos não se improvisam. “Quem quiser salvar sua vida a perderá; e quem perder sua vida por causa de mim a encontrará” (Mt 16, 25). Os carrascos que olhavam para os mártires certamente pensavam em seus corações que se tratavam de loucos, assim como a modernidade comumente pinta as imagens dos primeiros mártires como “suicidas”, como se fossem homens desgostosos da vida, à procura da morte. À luz do Evangelho, no entanto, a entrega dessas pessoas não era simplesmente a renúncia da vida, mas a adesão à verdadeira Vida, por amor. O “não” de Dionísio, Rústico e Eleutério à idolatria, à blasfêmia e às carnes sacrificadas pelos ídolos foi, ao mesmo tempo, um belo e glorioso “sim” a Deus, ao Seu nome e à Sua vontade.

Hoje, talvez não nos seja pedida a entrega física dos primeiros mártires, que tiveram suas cabeças, braços e pernas decepados por causa de Cristo. Mas, sem dúvida, é-nos pedida a fidelidade de cada dia, pela qual todo cristão é sempre um mártir:

    “Sendo muitas as perseguições, também são numerosos os martírios. Todos os dias és testemunha de Cristo. Foste tentado pelo espírito de fornicação; mas, por temor do futuro juízo de Cristo, julgaste que não devias manchar a pureza da alma e do corpo: és mártir de Cristo. Foste tentado pelo espírito de avareza para assaltar a propriedade do teu inferior ou para violar os direitos da viúva indefesa; todavia, meditando nos preceitos divinos, preferiste prestar ajuda a praticar injustiças: és testemunha de Cristo. (...) Foste tentado pelo espírito de soberba; mas, ao ver o pobre e o necessitado, compadeceste-te piedosamente e preferiste a humildade à arrogância: és testemunha de Cristo.”

    “Como são numerosos todos os dias os mártires ocultos de Cristo, os que confessam o Senhor Jesus! O Apóstolo conheceu este martírio e este fiel testemunho, ao dizer: É esta a nossa glória e o testemunho da nossa consciência.” [2]

Com os santos, aprendemos que “quem começa a servir verdadeiramente o Senhor, o mínimo que lhe pode oferecer é a própria vida”, como ensinava Santa Teresa de Ávila. Peçamos a intercessão de São Dionísio, para que nos ajude a sermos testemunhas de Cristo onde for: senão no alto dos montes, nas arenas dos leões ou no madeiro das cruzes, em nossas casas, em nossas escolas e em nossos trabalhos.

São Dionísio, mártir, rogai por nós! 
fonte/site: Padre Paulo Ricardo
 
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